Situação de aprendizagem – Gênero Crônica Narrativa- Texto Avestruz – Mário prata
Objetivos
Estimular o gosto pela leitura;
Desenvolver a competência leitora e escritora;
Desenvolver a sensibilidade estética, a imaginação, a criatividade e o senso crítico;
Estabelecer relações entre o lido/vivido ou conhecido (conhecimento de mundo);
Perceber as particularidades do gênero Crônica.
Estimular o gosto pela leitura;
Desenvolver a competência leitora e escritora;
Desenvolver a sensibilidade estética, a imaginação, a criatividade e o senso crítico;
Estabelecer relações entre o lido/vivido ou conhecido (conhecimento de mundo);
Perceber as particularidades do gênero Crônica.
Conteúdos: conceito de crônica; retomada dos elementos da narrativa; leitura do texto “Avestruz”, de Mario Prata; roteiro de perguntas e produção escrita.
Competências e habilidades: conhecer o gênero “crônica narrativa”, identificar os elementos narrativos; interpretar um texto pertencente ao gênero em estudo.
Estratégias: estudo do gênero e dos elementos da narrativa; leitura e interpretação do texto “Avestruz”; discussão com os alunos fazendo as devidas intervenções.
Tempo estimado: 4 a 6 aulas
Ano: 6º ano
Material necessário: Cópia da Crônica Avestruz do autor Mário prata e se possível, um computador ligado à Internet.
Desenvolvimento
1ª etapa: Sondagem oral
Pergunte se os alunos já ouviram falar do autor Mário Prata. Conhecem alguma obra que ele publicou? E sobre Crônica, já ouviram falar?
A partir desta primeira sondagem, inicie sua aula, apresentando à turma o escritor, bem como o gênero crônica. Se julgar necessário, entregue aos alunos os textos abaixo.
1ª etapa: Sondagem oral
Pergunte se os alunos já ouviram falar do autor Mário Prata. Conhecem alguma obra que ele publicou? E sobre Crônica, já ouviram falar?
A partir desta primeira sondagem, inicie sua aula, apresentando à turma o escritor, bem como o gênero crônica. Se julgar necessário, entregue aos alunos os textos abaixo.
Biografia
Mario Prata é um escritor, dramaturgo, jornalista e cronista brasileiro. É natural de Uberaba, Minas Gerais, mas viveu boa parte da infância e adolescência em Lins, interior de São Paulo. Em mais de 50 anos de escrita, tem no currículo 3 mil crônicas e cerca de 80 títulos, entre romances, livros de contos, roteiros e peças teatrais. Na carreira, recebeu 18 prêmios nacionais e estrangeiros, com obras reconhecidas no cinema, literatura, teatro e televisão.
JORNALISMO – Em começo de carreira, foi repórter na Gazeta de Lins e para o jornal Última Hora. Nos anos 70, colaborou como cronista no Pasquim, ao lado de Millôr Fernandes. Em 1993, passou a assinar uma coluna semanal no jornal O Estado de S. Paulo, onde foi cronista por 11 anos. Também assinou crônicas para diversas publicações nacionais, entre elas as revistas Istoé e Época e o jornal Folha de S. Paulo.
O que é Crônica:
Crônica é uma narrativa histórica que expõe os fatos seguindo uma ordem cronológica. A palavra crônica deriva do grego "chronos" que significa "tempo". Nos jornais e revistas, a crônica é uma narração curta escrita pelo mesmo autor e publicada em uma seção habitual do periódico, na qual são relatados fatos do cotidiano e outros assuntos relacionados à arte, ao esporte, à ciência, etc.
Os cronistas procuram descrever os eventos relatados na crônica de acordo com a sua própria visão crítica dos fatos, muitas vezes através de frases dirigidas ao leitor, como se estivesse estabelecendo um diálogo. Alguns tipos de crônicas são a jornalística, humorística, histórica, descritiva, narrativa, dissertativa, poética e lírica.
Antes de realizar a leitura peça que os alunos anotem individualmente suas ideias a respeito do título do texto e discutam o que acham que vão encontrar a partir desta leitura.
3ª etapa: análise da crônica "Avestruz"
Em aulas expositivas dialogadas, analise a crônica "Avestruz" com a turma, obedecendo aos procedimentos de análise literária organizados abaixo:
1) Paráfrase:
A paráfrase é a primeira parte da análise. Ela é um resumo do enredo, um "contar a história com as suas próprias palavras", por isso deve ser curta e objetiva, deve resumir-se apenas ao essencial.
Finalizada a leitura compartilhada, pergunte aos alunos do que fala o texto?
Em aulas expositivas dialogadas, analise a crônica "Avestruz" com a turma, obedecendo aos procedimentos de análise literária organizados abaixo:
1) Paráfrase:
A paráfrase é a primeira parte da análise. Ela é um resumo do enredo, um "contar a história com as suas próprias palavras", por isso deve ser curta e objetiva, deve resumir-se apenas ao essencial.
Finalizada a leitura compartilhada, pergunte aos alunos do que fala o texto?
2) Análise:
Analisar é "desmontar" o texto, é verificar quais são as partes que o compõe e como elas se articulam. Cada obra literária tem inúmeros elementos que, articulados, a constituem. A ideia não é investigar todos - nem seria possível - mas apenas alguns. Quais? A análise deve construir argumentos que sustentem a interpretação. É ela que vai conduzir o leitor através do seu raciocínio.
Não podemos nos esquecer também que, em arte, forma é conteúdo. Por isso, é preciso ressaltar a contribuição que alguns aspectos formais possam vir a ter na economia da crônica. O que são aspectos formais? São elementos que se referem menos diretamente a o que está sendo dito e mais ao como está sendo dito. O tipo de narrador, a caracterização de algum personagem, o tempo, o espaço e o tipo de discurso são alguns dos elementos formais que podem ser fundamentais para desvendar mistérios.
Proponha aos alunos que revisem os elementos da narrativa, presentes no texto lido seguindo o modelo explicativo a seguir.
Foco narrativo: 1ª. ou 3ª. pessoa?
Personagem: Quais são?
Enredo: Quais os principais acontecimentos da história, na sequência em que são apresentados?
Tempo: Quanto tempo a história parece apresentar? Há marcas da passagem do tempo no texto? Quais?
Espaço: O que sabemos sobre os espaços em que as personagens vivem as ações?
3) Interpretação:
A interpretação corresponde à questão "do que fala o texto?". Ela é a exposição do sentido profundo da obra literária. É ele que estamos buscando desde o início. Quando analisamos, queremos saber o que está dito por meio dos silêncios, nas entrelinhas; o que se origina da relação íntima entre forma e conteúdo. Se na análise desmontamos o texto em partes, na interpretação temos de reorganizá-lo como um todo, um todo de sentido capaz de reunir forma e conteúdo. Afinal, do que fala a crônica de Mário Prata?
A interpretação corresponde à questão "do que fala o texto?". Ela é a exposição do sentido profundo da obra literária. É ele que estamos buscando desde o início. Quando analisamos, queremos saber o que está dito por meio dos silêncios, nas entrelinhas; o que se origina da relação íntima entre forma e conteúdo. Se na análise desmontamos o texto em partes, na interpretação temos de reorganizá-lo como um todo, um todo de sentido capaz de reunir forma e conteúdo. Afinal, do que fala a crônica de Mário Prata?
Avaliação
Peça aos alunos que pesquisem outros exemplos de crônicas e para finalizar solicite que produzam uma crônica narrativa.
Bibliografia
Na sala de aula: caderno de análise literária. Antônio Candido, Editora Ática, 1993.
Caderno do professor. Língua Portuguesa: ensino fundamental. 5ª. série. 1º. Bimestre/Eliane Aparecida Aguiar – São Paulo: SEE, 2008.
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