terça-feira, 4 de junho de 2013

Tudo começou em Kripton....



Lembro muito pouco a respeito de minhas primeiras grandes e decisivas incursões no universo da escrita e da leitura. Sempre gostei de ler. Mas, antes do aprendizado sistematizado proporcionado pelo escola, o que eu gostava mesmo era de criar estórias sobre outros planetas.
A minha primeira e grande inspiração veio do personagem Super Homem. O fato de ser o único sobrevivente do planeta Kripton  foi o estopim de centenas de outras estórias que criava, todas baseadas em aventuras de um viajante vindo de um universo distante.
Assim, o leitor/escritor é um grande peregrino. Ler é basicamente viajar. Por isso que a leitura nos dá saudades. Nós sentimos saudades do ato de trilhar um percurso que a leitura nos proporciona. E quem escreve tem este mesmo sentimento de alegria: o poder de criar e recriar os trajetos humanos na ponta de uma caneta.
Gosto muito da metátora da leitura como um ato de comer. Eu mesmo "devorei" muitos livros que acabaram fazendo parte da construção da minha identidade como pessoa e cidadão. Mas, como já disse, o livro nos proporciona, além do alimento para a alma, a possibilidade de fazer uma caminhada inesquecível. Por isso, é possível dizer, entre tantas definições, que o ser humano é um animal que lê e escreve.

 Professor Tarcísio Mendes de Lima

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